Covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis? Descubra!

Será que a Covid 19 realmente pode diminuir o tamanho do pênis?

Um estudo publicado na plataforma científica MedRxiv , no último domingo (27), que investiga as sequelas de longo prazo da Covid-19, concluiu que o coronavírus pode sim diminuir o tamanho do pênis.

O estudo, conduzido com mais de 3 mil pacientes de 56 nacionalidades diferentes, começou a investigar as consequências que o vírus pode provocar a longo prazo após a infecção e monitorou os pacientes durante sete meses.

Além de 3% dos homens terem relatado uma diminuição no tamanho de seu órgão genital, 15% deles relataram algum tipo de disfunção sexual e 11% relataram dor nos testículos.

Esse estudo conta com a participação de voluntários e membros de um grupo de apoio que se dedica a investigar os efeitos a longo prazo da Covid-19 desde abril. A pesquisa ainda precisa ser revista por pares da ciência.

Média de tamanho do pênis e período de crescimento

Muitas pessoas têm dúvidas sobre até quantos anos de idade o pênis continua crescendo.

O período de maior crescimento do órgão genial masculino acontece durante a adolescência, mantendo-se com um tamanho e grossura semelhante após essa idade, na fase adulta.

O tamanho médio “normal” do pênis normal ereto pode variar de acordo com o país de onde se é originário, já que existem locais com médias superiores ou inferiores.

Além disso, muitos homens se preocupam com a possibilidade de estarem fora da média, mas apenas 3% realmente se encontram fora da média.

O tamanho do pênis pode variar bastante de um homem para o outro, como já disse anteriormente, isso porque o crescimento está relacionado com vários fatores como a produção de hormônios, país de origem, até mesmo com o tamanho de cueca utilizada.

Parece que não, mas utilizar cuecas muito justas pode ser prejudicial ao funcionamento dos testículos que são responsáveis pela produção de 90% do hormônio masculino, a testosterona.

Assim, não é bom arriscar.

Estudos foram realizados em vários países chegando à conclusão que, o tamanho médio “normal” para um pênis flácido é de cerca de 9 cm, enquanto no ereto esse valor é de 13 a 14 cm.

Já em relação à circunferência, o valor geralmente varia entre os 9 cm e os 12 cm.

Existem exercícios para aumentar o pênis?

Sim, existem algumas técnicas que prometem aumentar o tamanho do pênis, mas a maior parte delas apenas consegue causar uma pequena alteração e a maior parte delas, momentâneas, não tendo o resultado esperado pela maioria dos homens.

Elas são indicadas?

Apesar das técnicas para aumentar o pênis serem bastante procuradas e praticadas, geralmente não são recomendadas pelo urologista, porque não possuem comprovação científica e podem, até mesmo, resultar em consequências para o homem, como dores, danos nos nervos, formação de coágulos, danos nos tecidos e, em alguns casos, problemas de ereção.

O mais recomendado é consultar o urologista em caso de insatisfação com o tamanho da genitália antes de iniciar qualquer tratamento ou realização das técnicas existentes.

As técnicas para aumentar o pênis são na maioria das vezes realizadas por adolescentes, que acreditam que tiveram resultados, no entanto o aumento que percebem normalmente é devido ao processo normal de crescimento, puberdade, não estando necessariamente relacionada com as técnicas.

Vale ressaltar, é importante que antes de se realizar qualquer técnica o urologista seja consultado para que possa avaliar a situação e indicar a realização de algum tipo de tratamento, como o uso do hormônio testosterona, por exemplo, que pode estimular o crescimento do pênis.

Mesmo sem a comprovação de eficácia, as 5 técnicas mais utilizadas são:

1. Exercício de Jelqing

O exercício ou técnica de Jelqing é tido como uma forma natural de aumentar o pênis, uma vez que não apresenta contraindicações ou custos associados, e é baseada no fato de aumentar a circulação de sangue no órgão sexual, o que poderia alongar e/ou engrossar o pênis.

Apesar de ser considerada segura, a técnica de Jelqing não possui comprovação científica e, por isso, não é recomendada pelos médicos para aqueles que procuram por resultados satisfatórios.

Além disso, no caso de serem realizados movimentos incorretos, agressivos ou se os exercícios forem feitos muito frequentemente, pode haver dor, irritação, lesão e danos no tecido do pênis.

2. Aparelhos de alongamento

Os aparelhos de alongamento são normalmente presos na base da glande do pênis e têm como objetivo fazer pressão no corpo do pênis com o intuito de promover o seu alongamento.

Acredita-se que o uso contínuo desse tipo de aparelho seja capaz de promover o aumento do pênis durante a ereção.

Um bom ponto para falar aqui é que o uso desse tipo de aparelho, além de não ser confortável, pode criar força excessiva sobre o pênis e levar a lesões, danos em nervos e formação de coágulos.

Então, caso você opte por tentar, tenha cuidado e não exagere.

 3.Bombas de vácuo

As bombas de vácuo são normalmente indicadas pelo urologista no tratamento da disfunção erétil, isso porque promovem o aumento da quantidade de sangue no pênis durante a ereção. Assim, o uso da bomba deve ser feito de acordo com a recomendação médica.

No caso do uso das bombas de vácuo para aumentar o pênis não existem comprovações científicas, além de que o efeito é temporário, apenas durante a ereção, não sendo indicado pelo médico, isso porque na ausência de alterações, o uso frequente da bomba de vácuo pode resultar em danos nos tecidos do pênis e levar à problemas de ereção.

4. Uso de comprimidos

Atualmente, existem vários comprimidos e cremes que contêm vitaminas e hormônios que ajudam a aumentar o tamanho do pênis devido ao fato de aumentar a quantidade de sangue no órgão genital e promover ereção mais duradoura. No entanto, a função dessas medicações é promover a ereção e não aumentar o tamanho e volume peniano em si.

5.Uso de anéis

A ideia do uso de anéis no pênis é de aumentar a quantidade de sangue no corpo do pênis durante a ereção, o que pode sim causar um efeito temporário de aumento no tamanho pênis.

No entanto essa técnica não possui evidências científicas e também é considerada perigosa, isso porque se o anel for apertado demais ou se ficar no pênis por muito tempo pode cortar o fluxo sanguíneo da região e trazer sérias complicações para o homem.

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